O mal resolvido
Revolve-se
Embrulha o estômago
E aperta o pescoço
Comprime os ombros
Com o peso da insegurança
Liquefaz, no fundo dos olhos
A esperança
Escorre
Os lábios consolam-se
E as mãos, medrosas
Agarram-se
Seguimos inseguros
Caminhando sem dar um passo
Na inércia de um abraço
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
26 de abril de 2008
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Alagam-se as metrópoles em rios de carros que não param de subir
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As engrenagens um pouco gastas atritam-se, barulhentas. Enquanto isso, sobre as chamas, a válvula dá voz aguda aos vapores carregados. Na e...
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Fazia planos e estabelecia metas, mas nunca ia até o fim Quando parou para pensar, no meio do caminho, percebeu-se pedra
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