Não imploro. Não peço. Nem ao menos insinuo
Não declaro. Não escrevo. Nem deixo a entender
Mas uns ainda ousam. Se assanham, corajosos, a explicar o que não tem sentido.
Não dá para entender este mundo, sem sentido, que eu tento explicar aqui do meu mundinho.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
30 de outubro de 2007
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