No letreiro sobre o para-brisa, lia-se em letras garrafais: terminal.
Uns diziam que era o destino; mas outros cochichavam que era deboche do dono da viação, aparentado do prefeito, que deixava os ônibus caindo aos pedaços.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
17 de junho de 2017
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