Do século XVI ao século XIX, a humanidade buscou desenvolver aparelhos e máquinas que lhe poupassem o esforço físico, permitindo assim o aproveitamento da capacidade cerebral.
A partir do século XX, a tendência inverteu-se. A cada semana aparece, nas academias, um aparelho mais exigente e, nos escritórios, uma máquina mais eficiente.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
14 de agosto de 2009
-
A louça delicada atirada na parede partiu o silêncio - em mil pedaços 2012 - Selecionada no 3º Concurso TOC140 de Poesia no Twitter - VI Fes...
-
Pela primeira vez em trinta anos, ela olhou fundo, bem nos olhos do marido: - Você que falou para o menino não se amiudar? Ele ficou surpres...
-
O triste retrato da cidade enlouquecida a ambulância detida no descaso do tráfego
Nenhum comentário:
Postar um comentário