Era um povo muito supersticioso. Em meio a outras crenças, acreditavam que cruzar os dedos trazia sorte.
Acreditavam tanto, mas tanto, que cruzaram não só os dedos, mas também os braços, e ficaram esperando.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
16 de novembro de 2008
-
Alagam-se as metrópoles em rios de carros que não param de subir
-
As engrenagens um pouco gastas atritam-se, barulhentas. Enquanto isso, sobre as chamas, a válvula dá voz aguda aos vapores carregados. Na e...
-
Fazia planos e estabelecia metas, mas nunca ia até o fim Quando parou para pensar, no meio do caminho, percebeu-se pedra
Um comentário:
Muito bom!
Postar um comentário