Usava manga comprida sobre as marcas nos braços.
Os hematomas no rosto, escondia com maquiagem.
A echarpe encobria os ferimentos no pescoço.
Sabia bem o que não se podia disfarçar; e fez o corte de uma bochecha a outra.
A cicatriz o acompanharia pelo resto da vida. Em cada espelho, ele a veria.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
28 de abril de 2017
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Alagam-se as metrópoles em rios de carros que não param de subir
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As engrenagens um pouco gastas atritam-se, barulhentas. Enquanto isso, sobre as chamas, a válvula dá voz aguda aos vapores carregados. Na e...
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Fazia planos e estabelecia metas, mas nunca ia até o fim Quando parou para pensar, no meio do caminho, percebeu-se pedra
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