Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
13 de setembro de 2010
Desenlace
Primeiro, tentei acelerar, mas o bandido era insistente e continuou ali, preso no meu para-brisa. Comecei a ziguezaguear pela avenida vazia, mas de nada adiantava, ele debatia-se, revirava o rosto, mas não se soltava. Sem qualquer remorso, fiz uma curva fechada, cantando pneus e, só então, o maldito desprendeu-se. Ainda o vi pelo retrovisor, rodopiando ao vento, antes de juntar-se ao resto do lixo eleitoral.
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Em dias de chuva fina entristeço-me de repente alegria efervescente
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Decidido, dirigiu-se ao terminal de autoatendimento. A fila estava curta; logo entrou na cabine. Marcou na sequência: indolor básico, crema...
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Após algum tempo, desisti. Para meio entendedor, não havia palavra que bastasse.
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