Agora, só me resta seguir em frente, tentando não olhar para trás. Daqui em diante, ela será apenas mais uma sombra, fadada a desaparecer, mesclando-se à escuridão das minhas memórias mais traumáticas. Eu cruzaria o inferno por ela, mas, por mais que me esforçasse, nunca a perdoaria.
ps: baseado no mito de Orfeu
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
2 de setembro de 2010
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Alagam-se as metrópoles em rios de carros que não param de subir
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As engrenagens um pouco gastas atritam-se, barulhentas. Enquanto isso, sobre as chamas, a válvula dá voz aguda aos vapores carregados. Na e...
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Fazia planos e estabelecia metas, mas nunca ia até o fim Quando parou para pensar, no meio do caminho, percebeu-se pedra
Um comentário:
Nossa... não sei nem o que escrever!
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