Toda noite a trapezista, que dispensava apresentações e redes de segurança, passava pelo circo de mãos em mãos. E o marido, o palhaço, de nada desconfiava
No dia em que ele chegou ao picadeiro mais cedo, momentos antes dela passar por mãos alheias, ela desconcentrou-se, envergonhada, e, por instinto, recolheu os braços
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
15 de janeiro de 2010
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A louça delicada atirada na parede partiu o silêncio - em mil pedaços 2012 - Selecionada no 3º Concurso TOC140 de Poesia no Twitter - VI Fes...
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Pela primeira vez em trinta anos, ela olhou fundo, bem nos olhos do marido: - Você que falou para o menino não se amiudar? Ele ficou surpres...
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O triste retrato da cidade enlouquecida a ambulância detida no descaso do tráfego
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