Não deixava de ir às ruas um só dia, visita fazendas, comércios, empresas, a prefeitura e as praças; sempre com as mãos estendidas em ambos os sentidos: em auxílio e por auxílio. Enquanto estava na rua, mantinha uma caixa de aço, com cadeado bem fechado, na capela simplória, contruída pelo antigo coronel, para o caso de aparecem fiéis afeitos a uma benevolência.
Penosamente tirava o sustento de si próprio e dos necessitados. Mal dava para as contas do mês e os apetites da rotina, tanto menos para as economias. E ele passou anos a anos nesta sina: recolhendo esmolas miúdas, para construir uma igreja impossível.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
3 de junho de 2015
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