- Vai, filho, igual da outra vez.
O garoto tremia. Mas, com o martelo na mão e com os olhos lacrimejando, obedeceu. Foram ambos para o pronto-socorro.
O pai, mais tarde, justificava-se à própria consciência. Repetia para si mesmo, em voz alta, que precisava do remédio.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
20 de fevereiro de 2008
-
Pela primeira vez em trinta anos, ela olhou fundo, bem nos olhos do marido: - Você que falou para o menino não se amiudar? Ele ficou surpres...
-
O novilho atraído pelo próprio reflexo na lâmina do cutelo
-
- Lá vem você de novo com esse sorriso de mulher fácil. - Fácil mesmo. - Bom que admite. Pecadora. - Difícil deve ser olhar para essa sua ca...
Nenhum comentário:
Postar um comentário