- Vai, filho, igual da outra vez.
O garoto tremia. Mas, com o martelo na mão e com os olhos lacrimejando, obedeceu. Foram ambos para o pronto-socorro.
O pai, mais tarde, justificava-se à própria consciência. Repetia para si mesmo, em voz alta, que precisava do remédio.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
20 de fevereiro de 2008
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Na primeira vez que vi os salmões atirando-se contra pedras e caindo nas garras de ursos, acreditei que estavam cometendo suicídio. Na época...
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A coragem dos ignorantes é o que nos leva adiante são as asas com penas coladas - que nos alçam aos planos de voo e os fracassos ...
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Expôs orgulhoso a sua criação: – A máquina é infalível! Não tem sentimentos, não se deixa enganar. O general insistiu, então, que o criado...
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