- Vai, filho, igual da outra vez.
O garoto tremia. Mas, com o martelo na mão e com os olhos lacrimejando, obedeceu. Foram ambos para o pronto-socorro.
O pai, mais tarde, justificava-se à própria consciência. Repetia para si mesmo, em voz alta, que precisava do remédio.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
20 de fevereiro de 2008
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A louça delicada atirada na parede partiu o silêncio - em mil pedaços 2012 - Selecionada no 3º Concurso TOC140 de Poesia no Twitter - VI Fes...
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A todo momento, cutucando a unha e mordendo-se por dentro, tinha a impressão de que algo errado estava prestes a acontecer. Após muitos erro...
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O triste retrato da cidade enlouquecida a ambulância detida no descaso do tráfego
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