Sentei-me de frente para o mar.
E foi ali, observando o sol se pôr, criando mares no céu e montanhas nas nuvens, que eu percebi que meu mundo estava de ponta cabeça.
Pensei em algum jeito de voltar ao normal. Talvez uma cambalhota resolvesse, mas estava tudo tão agradável que resolvi ficar, ali mesmo, sentado no teto.
Exercícios literários e outras peças mal acabadas que não são adequadas para o comércio como produtos culturais.
28 de janeiro de 2008
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